Confira como foi o IV Circulando a Palavra

Com participação dos nossos educadores realizamos o IV Encontro Circulando a Palavra aqui no Pé Na Estrada. Danilo Lopes (historiador) e Fernanda Pardini (bióloga) apresentaram suas teses de mestrado, ambas tratando do Estudo Meio.

Foi um momento muito rico para debatermos uma atividade que é central na história da Pé Na Estrada.

Agradecemos a todos os participantes, especialmente ao Danilo e a Fernanda e esperamos em breve realizar novos encontros!

 

Sobre o Projeto
O objetivo dos encontros Circulando a Palavra é criar momentos de troca entre os integrantes da equipe Pé na Estrada. A maioria dos nossos educadores possuem outros interesses e atuações, como pesquisas em suas áreas de conhecimento.

 

Confira o vídeo do Projeto:

[vc_video link=”https://www.youtube.com/watch?v=ZBMQmMlcHKo” ratio=”16-9″]

 

Criamos um momento em que fosse possível difundir/divulgar e conhecer mais profundamente as áreas de atuação de cada um. São assuntos que com certeza contribuem com o crescimento pessoal e coletivo.

A cada encontro convidamos uma pessoa da equipe para apresentar a sua pesquisa, viagem ou experiência pessoal. Neste 3º Encontro tivemos a presença do Danilo Eiji que apresentou seu projeto MEMÓRIAS DO VALE DO RIBEIRA – DIÁLOGOS.

Memórias do Vale do Ribeira – Diálogos é uma imersão nas narrativas de moradores e especialistas sobre a região do Vale do Ribeira (SP/PR). Trata-se de um material didático interdisciplinar resultante da metodologia de História Oral do Instituto Museu da Pessoa, destinado a professores de Ensino Fundamental e Médio, que parte de um contexto regional e trabalha por meio de eixos temáticos assuntos importantes da contemporaneidade: Identidade, Modos de Vida e Desafios Socioambientais.

O material está disponível na internet, permite baixar, copiar e imprimir anexos e documentos; propõe diálogo com o docente utilizando as narrativas e disponibiliza a metodologia utilizada no projeto, incluindo o Guia da Tecnologia Social da Memória.

Para acessar o material entre o site do Museu da Pessoa, link:

http://www.museudapessoa.net/_index.php/busca?q=mem%F3rias+do+vale+do&t_search_header=history

Parque Ecológico Imigrantes

ECOSSISTEMAS DE APRENDIZAGEM

Parque Ecológico Imigrantes  – Km 35 da Rodovia Imigrantes

 

OBJETIVOS

. Caracterizar o ecossistema da Mata Atlântica, a partir de seus aspectos físicos e biológicos.

. Identificar espécies da fauna e flora e compreender seu papel neste ambiente.

. Compreender a ocupação da região, através da interação dos fatores biológicos e sociais. Represa Billings.

. Identificar e observar o relevo, a geografia e o processo de ocupação pelo homem. Rodovia dos Imigrantes.

 

REDE DE CONHECIMENTO

História.  Ocupação urbana na região e na represa.

Geografia. Localização, relevo, altitude e características das temperaturas.

Sustentabilidade. Captação de agua, tratamento de esgoto e energia alternativa.

Atendimentos a Escolas do Interior: “Descobrindo São Paulo”

A cidade de São Paulo oferece uma intensa vida artística e cultural. Uma metrópole tipicamente urbana e coberta com uma vasta área verde. Ao mesmo tempo em que é o mais importante centro econômico do Brasil, é a capital da cultura na América Latina, com uma oferta de lazer, conhecimento e entretenimento sem igual.

Para tornar mais fácil a tarefa de conhecer todas as facetas de São Paulo, a PÉ NA ESTRADA desenvolveu alguns roteiros de estudo do meio que trazem criativas opções de atividades, transformando a cidade num Espaço de Aprendizagem, levando os alunos a descobrir, registrar e reconhecer marcos arquitetônicos e vastos equipamentos culturais importantes dessa metrópole desconhecida, desvalorizada, por vezes ameaçadora e que ao mesmo tempo guarda beleza, poesia.

Os temas são: A História de São Paulo, Cultura Afro, as Artes, a Independência do Brasil, o Café e a Imigração, o Futebol, e a Língua Portuguesa.

Entre em contato conosco e peça um orçamento da visita escolar à nossa cidade.

Bertioga: Ecossistemas litorâneos

Estudo do Meio relizado no município de Bertioga, conhecendo os quatro principais ecossistemas litorâneos. Os alunos realizão algumas atividades como a confecção de uma maquete na areia para estudo de ecossistemas de forma integrada.

 

ESPAÇO DE APRENDIZAGEM

Bertioga – SP.

 

OBJETIVOS

. Compreender a ocupação da região de Bertioga, através da interação dos fatores geográficos, biológicos e históricos.

. Conhecer a história da fundação da cidade e a sua importância tanto para a fundação de São Paulo, quanto para a colonização do Brasil.

. Identificar a geografia da cidade e o processo de ocupação pelo homem.

. Localizar geograficamente Bertioga no Estado de São Paulo e no país.

. Conhecer a cultura “caiçara”

. Conhecer algumas alternativas de melhor utilização dos recursos naturais

. Caracterizar os ecossistemas litorâneos a partir de seus aspectos físicos e biológicos.

. Compreender as relações entre os diferentes ecossistemas e sua importância para a manutenção do ambiente marinho.

 

REDE DE CONHECIMENTO

História: processo de colonização; fundação da cidade; pontos históricos; formação das cidades. Geografia: Ocupação do espaço, espaço geográfico: continente; ilha; rios; estuários; baía; Mata Atlântica, Manguezal. Teias/cadeias alimentares. Formação do relevo.

São Paulo: Museus

Um dos objetivos de visitar um museu é reconhecê-lo como centro de documentação, de pesquisa e de preservação da memória, como forma de entender a estrutura e as transformações de uma sociedade, e a organização do conhecimento durante o tempo.

Listamos abaixo alguns museus nos quais trabalhamos com as escolas:

. Museu Paulista ou Museu do Ipiranga: dentro do conteúdo programático serão abordadas as características dos principais períodos da História do Brasil, trabalhando a linha do tempo e refletindo sobre o conceito de “história”.

. Memorial da América Latina: observação e discussão dos monumentos que compõem o complexo arquitetônico do Memorial. O objetivo principal é fazer com que os visitantes compreendam a intenção dos artistas na criação de uma memória coletiva que represente a América Latina.

. Museu Histórico da Imigração Japonesa/Memorial do Imigrante (incluída visita ao Mercado Municipal – Projeto: Os Imigrantes): trabalho de observação e pesquisa; além entrevistas com moradores de alguns bairros da cidade de São Paulo em busca das marcas deixadas pelos imigrantes. Investigação das causas, épocas e transformações promovidas pelos povos que imigraram para o Brasil;

. Museu dos Transportes: projeto realizado no Museu dos Transportes Públicos de São Paulo com manual/guia de campo e álbum de figurinhas trabalhando a linha do tempo.

Outros.

Parque Estadual do Jaraguá

Estudo do Meio realizado no Parque Estadual do Jaraguá, região oeste de São Paulo. A atividade é realizada em seu pico, o ponto mais alto da cidade. A partir de observações da paisagem e utilizando recursos como bússola e mapa, os alunos são divididos em grupos e orientados a discutir sobre a paisagem observada; logo após, terão que reproduzi-la em uma maquete de argila. Feito isso, apresentarão o trabalho realizado, buscando conceituar as formações do relevo e as diferentes formas de ocupação do espaço.

 

ESPAÇO DE APRENDIZAGEM

Pico do Jaraguá

A programação é de meio período e é indicado para ensino fundamental.

 

OBJETIVOS

. Conhecer as diferenças de nível da superfície da Terra.

. Reconhecer as regiões do planeta habitadas pelo homem.

. Discutir os processos de intervenção humana.

. Observar as diferentes formas de ocupação do espaço e sua dinâmica.

 

REDE DE CONHECIMENTO

Geografia: as formações do relevo . Biosfera . Ocupação do espaço: espaço geográfico e espaço natural .

Jardim Zoológico – “Paisagens brasileiras / Os bichos”

Estudo do Meio realizado no Jardim Zoológico de São Paulo, que busca através da observação dos animais, suas características, hábitos e habitat, caracterizar os ecossistemas brasileiros.

 

ESPAÇO DE APRENDIZAGEM

Jardim Zoológico de São Paulo.

Duração: meio período ou período integral. Indicação: ensino fundamental.

 

OBJETIVOS

. Identificar animais dos principais ecossistemas brasileiros.

. Identificar os cinco principais ecossistemas brasileiros ( Mata Atlântica, Floresta Amazônica, Caatinga, Cerrado e Pantanal) e suas características de fauna, flora, relevo e localização geográfica.

. Identificar algumas cadeias alimentares presentes nestes ecossistemas.

. Localizar no Mapa Mundi os continentes.

. Desenvolver habilidades de localização espacial.

 

REDE DE CONHECIMENTO

Seres vivos; animais: classificação, habitat, alimentação, distribuição geográfica e localização na cadeia alimentar. Ecossistemas brasileiros: localização e caracterização geográfica, fauna, flora e cadeias alimentares. Continentes: localização e aspectos da fauna. Orientação espacial: pontos cardeais e exercício prático com bússola.

São Paulo: Jardim Botânico – “O mundo das plantas”

Estudo do meio relizado durante visita ao Jardim Botânico de São Paulo. Durante o percurso, orientados pelos monitores e seguindo as instruções do manual/guia de campo, os alunos realizarão atividades como desenho, decalque de vegetação, descrições, quadrante, Caça-Planta e visita ao museu.

 

ESPAÇO DE APRENDIZAGEM

Jardim Botânico de São Paulo.

O programa é de meio período e é indicado para o ensino fundamental.

 

OBJETIVOS

. Identificar a existência da diversidade vegetal na natureza.

. Identificar as principais partes que compõem uma planta.

. Descrever semelhanças e diferenças entre vegetais e ambientes.

. Conhecer o processo adaptativo de algumas espécies vegetais.

. Compreender a importância dos vegetais na natureza e sua presença na vida do homem.

. Reconhecer a importância dos parques.

 

REDE DE CONHECIMENTO

Seres vivos e não vivos; partes de uma planta; função dos diferentes órgãos de uma planta; tipos de folhas e caules; características dos ambientes: Mata Atlântica e lago e seus vegetais; conceito de parque.

São Vicente/Santos: Descobrindo a História e Geografia

A cidade de São Vicente foi a primeira vila fundada pelos colonizadores. Compreender as relações entre a ocupação da região da baixada santista e a fundação da cidade de São Paulo, é um dos objetivos deste roteiro. A programação pode incluir, entre outras opções, visita a um dos primeiros engenhos de açúcar construída pelos portugueses em nosso país – O Monumento Nacional Ruínas Engenho São Jorge dos Erasmo, na cidade de São Vicente; o centro histórico da cidade de Santos, visita ao Monte Serrat;  Aquário Municipal, Museu do Café, do Mar e da Pesca; e a região do porto.

 

ESPAÇO DE APRENDIZAGEM

Cidades de São Vicente e Santos

 

OBJETIVOS

. Compreender a ocupação da região da baixada santista, através da interação dos fatores geográficos, biológicos e históricos.

. Conhecer a história da fundação da cidade de São e Vicente e Santos e a importância do café para economia da cidade e do Brasil.

. Compreender as relações entre a ocupação da região da baixada santista e a fundação da cidade de São Paulo.

. Reconhecer marcos arquitetônicos importantes da história da cidade.

. Identificar a geografia da cidade e o processo de ocupação pelo homem.

. Localizar geograficamente São Vicente e Santos no Estado de São Paulo e no país.

 

REDE DE CONHECIMENTO

História: processo de colonização; fundação da cidade; Geografia: espaço geográfico, continente, ilha, rios, estuários, manguezal, baía; mapas e pontos cardeais; fauna e flora marinha.

Salesópolis: “Um rio chamado Tietê”

Durante o percurso às margens do Rio Tietê de São Paulo à Salesópolis, onde fica a nascente do rio, serão realizadas observações quanto ao tipo de ocupação e coleta de amostras de água. A programação inclui visita à usina hidrelétrica Barragem da Ponte Nova, ao Parque Ecológico do Tietê, viveiro de peixes e ao cinturão verde de São Paulo.

 

ESPAÇO DE APRENDIZAGEM

Cidades de São Paulo e Salesópolis; Rio Tietê.

 

OBJETIVOS

. Conhecer as diversas formas de transformação e manutenção da água na natureza.

. Conhecer algumas formas de utilização da água pelo seres vivos.

. Identificar as modificações causadas pelo homem na natureza, no processo de utilização da água.

. Obsservar as alterações no meio ambiente causadas por substâncias capazes de prejudicar os seres vivos.

. Constatar as diferentes formas de ocupação do espaço, ao longo do processo de urbanização e industrialização.

 

REDE DE CONHECIMENTO

O ciclo da água; formas de utilização da água; os estados da água; recursos renováveis e não renováveis; espaço geográfico e espaço natural; poluição ambiental.

Jardim Zoológico Quinzinho de Barros: “O mundo animal”

Estudo do meio realizado no Jardim Zoológico Quinzinho de Barros em Sorocaba – SP. Através de um manual/álbum de figurinhas, com mapas, perguntas e orientações para observação, que será preenchido durante a visita, os alunos irão conhecer a diversidade do mundo animal.

 

ESPAÇO DE APRENDIZAGEM

Jardim Zoológico Quinzinho de Barros – Sorocaba – SP.

 

OBJETIVOS

. Identificar a existência da diversidade animal na natureza.

. Agrupar os animais a partir de suas características comuns.

. Descrever semelhanças e diferenças entre animais.

. Conhecer o processo adaptativo entre algumas espécies de animais.

. Conhecer a alimentação de algumas espécies de animais.

. Reconhecer a importância dos jardins zoológicos.

 

REDE DE CONHECIMENTO

Biologia: ser vivo e não vivo; características dos animais; alimentação (quantidade, peso, necessidades energéticas, etc); adaptação; classificação dos vertebrados; cadeias alimentares; ecologia; função dos zoológicos .

“Caminho dos Bandeirantes” – Santana do Parnaíba / Pirapora / Porto Feliz

Este roteiro é realizado percorrendo-se as margens do rio Tietê, a partir de São Paulo, passando por Santana de Parnaíba (Museu do Anhanguera, Igreja Matriz e casario histórico), Pirapora do Bom Jesus (Porto dos Romeiros) e Porto Feliz (Porto das Monçõese Museu). Durante o percurso e visitas aos locais indicados, os alunos realizarão observações do relevo, da paisagem, identificarão e classificarão peças, objetos e edificações, utilizando um Manual/Guia de Campo e mapas.

 

ESPAÇO DE APRENDIZAGEM

O Rio Tietê; Santana de Parnaíba; Pirapora do Bom Jesus e Porto Feliz.

Roteiro de 1 dia. Pode ser associado ao roteiro de Barra Bonita.

 

OBJETIVOS

. Desenvolver habilidades de pesquisa, observação, organização e síntese.

. Compreender as Bandeiras, através da interação dos fatores geográficos, biológicos e históricos.

. Observar as diferentes formas de ocupação do espaço.

. Caracterizar historicamente o período.

. Conhecer um dos principais roteiros do Ciclo Bandeirante Paulista e algumas das cidades fundadas durante este período.

. Refletir sobre o impacto da ação humana no meio ambiente.

. Conhecer uma eclusa e seu funcionamento (quando associado ao Roteiro de Barra Bonita).

 

REDE DE CONHECIMENTO

História: processo de colonização do Brasil (A fundação de São Paulo, as relações da colônia com a metrópole, base econômica da colônia); Ciclo das Bandeiras (Periodização, escravização do índio, penetração no interior do território, papel dos bandeirantes na expansão do país). Ciclo da água. Poluição. Eclusa.

Campos do Jordão: Mantiqueira, a natureza e o homem no alto da serra

Estudo do Meio desenvolvido na região de Campos de Jordão – SP, com duração de 3 a 4 dias. O roteiro busca caracterizar uma região de altitude, a história de sua ocupação e a geografia. Os alunos durante a viagem, construirão o mapa do percurso, trabalhando noções de escala, distância, pontos cardeais e colaterais e localização geográfica. As observações, atividades com mapa, instrumentos de medição (altitude, temperatura e pressão atmosférica) e desenhos levará o aluno a caracterizar a região.

 

ESPAÇO DE APRENDIZAGEM

Campos do Jordão e Serra da Mantiqueira.

 

OBJETIVOS

. Exercitar habilidades de orientação espacial, leitura de mapa  e utilização de bússola.

. Conhecer a origem geológica da região.

. Identificar e caracterizar a topografia e a vegetação.

. Estudar as alterações climáticas de altitude.

. Identificar e caracterizar a influência européia na região.

. Desenvolver habilidades de pesquisa, observação, organização e síntese.

. Estimular o trabalho em equipe, a cooperação e iniciativa.

 

REDE DE CONHECIMENTO

História e Geografia da região; origem geológica; caracterização da vegetação coníferas: classificação, reprodução; características de uma região de altitude (pressão atmosférica, clima).

Cidade de Socorro: A vida além da metrópole/Day Camping: conhecendo a vida no campo

Projeto realizado na Estância Hidromineral de Socorro, com hospedagem no Hotel Fazenda Campo dos Sonhos. Várias alternativas de programação, tendo em vista a faixa etária dos participantes, o conteúdo curricular e os objetivos da escola. Possibilidades: visita  ao Campo dos Sonhos (propriedade rural com infra-estrutura para estudo do meio e recreação), visita a Gruta do Anjo, caminhada noturna, banho de cachoeira; visita à usina hidrelétrica, alambique, indústria de malhas; pescaria, passeios a cavalo e charrete, ordenha, luau, e muito mais.

 

ESPAÇO DE APRENDIZAGEM

Município de Socorro – SP.

Roteiros de 2 a 4 dias.

 

OBJETIVO

. Caracterizar um pequeno município: a história, a geografia, a população, a cidade e o campo.

. Conhecer a organização política e econômica do município.

. Refletir sobre diferentes formas de vida em sociedade: na metrópole e na pequena cidade.

. Conhecer uma instalação industrial e o processo de transformação da matéria prima.

. Desenvolver habilidades de orientação espacial, observação, reflexão, descrição e síntese.

 

REDE DE CONHECIMENTO

Pequenos municípios, organização política e econômica, zona rural e urbana, vida social; Geografia: relevo, localização geográfica; o processo de produção industrial e a transformação de matéria prima; orientação espacial: pontos cardeais e mapas.

Ilha do Cardoso: Ecossistemas Litorâneos

A Ilha do Cardoso fica no extremo sul do litoral de São Paulo, perto da fronteira com o Paraná, a aproximadamente 300 km da capital, tem 22 mil hectares de Mata Atlântica e 400 habitantes. Cachoeiras, praias, manguezal, rios, barras, morros, costão rochoso, riachos, piscinas naturais constituem a paisagem; a ilha é protegida por lei, pois se trata de uma reserva natural. Um dos principais atrativos é a variedade de animais: macacos, papagaios, veados, jacarés, lontras, além de golfinhos e tubarões.

Roteiros de 3 e 4 dias.

 

ESPAÇO DE APRENDIZAGEM

Cananéia e Ilha do Cardoso; ecossistemas litorâneos.

 

OBJETIVOS

. Proporcionar o estudo “in loco” dos elementos básicos dos ecossistemas litorâneos.

. Identificar os pontos de interação entre os diferentes ecossistemas e sua importância para manutenção do ambiente marinho.

. Reconhecer os elementos da natureza como integrantes de um sistema que se inter-relaciona na manutenção do equilíbrio da biosfera.

. Discutir os conceitos de Parque e Área de Preservação Ambiental.

 

REDE DE CONHECIMENTO

Principais ambientes da região litorânea: Mata Atlântica, Praia arenosa, Costão rochoso e manguezal; componenstes bióticos e abióticos de cada ambiente; teias/cadeias alimentares; relações interespecíficas; geografia física; formação do relevo.

Barra Bonita: Roteiro dos Bandeirantes pelos caminhos do Rio Tietê

Roteiro que privilegia a história do Rio Tietê, com ênfase na cidade de Barra Bonita. Com duração de dois a três dias, o projeto é indicado para os ensinos fundamental e médio e pode ser desenvolvido com outro projeto da escola: “Os Bandeirantes”.

 

ESPAÇO DE APRENDIZAGEM

Santana do Parnaíba, Porto Feliz; Barra Bonita: eclusa; Rio Tietê

 

OBJETIVOS

. Conhecer o rio Tietê e sua importância, histórica, econômica e social

. Conhecer as diversas formas de transformação e manutenção da água na natureza.

. Refletir sobre o impacto da ação humana no meio ambiente.

. Desenvolver habilidades de orientação espacial, observação, reflexão, descrição e síntese.

. Conhecer um sistema de eclusa.

 

REDE DE CONHECIMENTO

O ciclo e os estados físicos da água; impacto ambiental (poluição e transformação da paisagem); as hidrovias e o funcionamento das eclusas; geração de energia elétrica; complexo hidrelétrico; história do Brasil: as Entradas e Bandeiras.

O Brasil Colonial nas Cidades Históricas de Minas Gerais

Nesse roteiro de 05 dias levamos o aluno a conhecer o Ciclo do Ouro no Brasil Colonial, visitando algumas das mais importantes cidades da região das Minas Gerais. Vemos de perto o nascimento da arte barroca mineira, o movimento da Inconfidência,  e uma parte fundamental  do nosso patrimônio histórico  e de nossa arquitetura colonial.

 

PROJETO “O BRASIL COLONIAL DAS MINAS GERAIS”

 

ESPAÇO DE APREDIZAGEM

Patrimônio histórico colonial cidades Ouro Preto, Mariana, Congonhas do Campo, Tiradentes, São João Del Rei, Diamantina e Sabará.

Este projeto deve ser realizado em no mínimo 05 dias.

 

OBJETIVOS

. Conhecer o ciclo do ouro no Brasil Colonial como movimento econômico e social.

. Identificar aspectos da arquitetura colonial.

. Reconhecer fatores sociais que resultaram no movimento da Inconfidência Mineira.

. Conhecer as principais características da arte barroca mineira.

. Compreender e identificar a ocupação da região de Minas Gerais através da interação de fatores geográficos, biológicos e históricos.

. Discutir os principais problemas ambientais da região e sua influência sobre o patrimônio histórico arquitetônico.

. Reconhecer a importância dos museus na recuperação e preservação da memória do país.

. Estimular o trabalho em equipe, a capacidade de organização, observação, reflexão e síntese.

 

REDE DE CONHECIMENTO

História do Brasil colonial: Ciclo do ouro. Escravidão. Inconfidência mineira. Arte: O barroco mineiro e seus artistas. Arquitetura colonial. Geografia: Relevo. Rochas e minerais.

Curitiba: História e Modernidade

O roteiro da viagem tem por base a cidade de Curitiba e abrange sua história e sua modernidade, cidade pioneira no Brasil em planejamento urbano. Mas a programação prevê ainda passeio de trem turístico até Paranaguá, visita a Morretes, Estrada da Graciosa, Parque Estadual de Vila Velha, Furnas, Lagoa Dourada e outros pontos.

 

ESPAÇO DE APRENDIZAGEM

A cidade de Cutitiba, Furnas, Vila Velha, Estrada da Graciosa, Morretes e Paranaguá.

 

OBJETIVOS

. Conhecer a história da fundação da cidade de Curitiba.

. Reconhecer marcos arquitetônicos importantes da história da cidade.

. Observar o desenvolvimento e expansão geográfica da cidade ao longo de sua história.

. Conhecer conceitos básicos de geologia.

. Identificar e caracterizar os principais minerais e rochas, sua formação e utilidade para o homem.

. Identificar e caracterizar a topografia e vegetação da região.

. Compreender a construção da estrada de ferro, através da interação dos fatores geográficos, biológicos e históricos.

. Conhecer a utilização atual das estradas de ferro.

. Desenvolver habilidades de localização espacial através de mapas.

 

REDE DE CONHECIMENTO

História do Brasil; a genese das cidades; urbanização; ecossistemas; formação geológica.

galeria

Congresso de Diabetes Infantil

A PÉ NA ESTRADA e a Associação de Diabetes Juvenil – ADJ, realizaram um novo conceito de congresso, destacando-se a feira de exposições temáticas, onde brinquedos interativos lúdico-pedagógicos e workshops promoveram a educação em diabetes da maneira mais didática possível.

O congresso foi realizado nos dias 16, 17 e 18 de setembro de 2005 no Palácio das Convenções do Anhembi, onde além do público avulso, foram recebidas escolas da rede pública e particulares, instituições e estudantes do magistério.

 

Cultura Hacker – Reflexões

Dia 15 de abril de 2013 a Pé na Estrada participou do seminário Social Learning: por uma cultura hacker na educação, Mario Pireddu, Prof. Doutor da Cátedra Università di Roma Ter, Itália, na ECA Escola de Comunicação e Artes da USP. Segue abaixo o registro deste seminário.

Pireddu apresentou a ideia de uma escola aberta, o que faria da educação uma experiência saudável e feliz, localizou dentro desta perspectiva como a cultura hacker pode contribuir.

Inicialmente apresentou o conceito de educação e sua relação com a visão de um cidadão ideal, indivíduo que vive em uma cidade idealizada, o que é um contraste com a realidade, existe nesta visão a idealização, a disciplina se relaciona com a ideia de obediência, as disciplinas escolares com as formas de controle da vida. A idealização no modelo de educação valoriza a cidade ideal e rejeita a cidade que está constantemente crescendo. A escola transforma-se em um local para reprodução em série, a escola se isolou, foi dominada pelos livros. Mario avançou neste contexto, mostrou a estreita relação da escrita e a cidade, e trouxe as seguintes questões:

Que tipo de educação temos na era da cidade expandida? Na era das redes digitais?

Como se dá o diálogo entre a escola e o mundo?

Seguiu suas ideias apresentando o conceito dos meios de comunicação, como matrizes e tecidos da experiência, mídias ligadas a percursos de aprendizagens. A tecnologia não pode ficar limitada a uma disciplina com horário e local, os usuários estão cada vez mais com capacidade autônoma de produção, manipulação, dando origem a novos produtos.

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Neste cenário atual existe uma distância da escola que temos e a necessidade social.

Como criar tecelagens de aprendizagens? Pireddu ampliou a reflexão trazendo a seguinte questão:

É possível reformar a escola para que ela não acabe? Como a referência da cultura hacker pode nos ajudar?

No início do seminário Mario apresentou uma visão muito interessante dos hackers, eles são inovadores, desafiam os sistemas e o transformam, na cultura hacker as lições podem ser aprendidas desmudando as coisas, para os hackers os dados, a informação deve ser livre, sistemas abertos, arquitetura descentralizada, e não devem ser julgados com qualificação, mas segundo a sua obra. Arte, beleza, criatividade, lazer, divertimento e tempo livre.

Os hackers conhecem os sistemas, invadem e criam algo novo, constroem um novo modelo. O que move os hackers é a paixão.

Eu particularmente gostei muito desta ideia e acredito que seja urgente expandir essa visão na escola, desta forma a escola que hoje é reprodutora do conhecimento, pode sair desse “lugar” passando a ser produtora do conhecimento, transformadora de realidades.

Os hackers conhecem o sistema atual e criam algo novo, considerando isto, a cultura hacker na escola é um dos caminhos para a construção de uma nova sociedade. Esta não é a nossa maior urgência, construir um novo modelo de sociedade?

Patricia Sarmento

Sugestão de leitura: Para professores e escolas, é mudar ou morrer, diz estudioso

Em uma entrevista originalmente publicada na revista Veja, o pedagogo Ronaldo Mota conclui que está na hora de mudar como pensamos a educação no Brasil e incluir outras técnicas além do ensinamento frontal na sala de aula para incluir a Internet e redes sociais, entre outras coisas. Leia a entrevista e comente.

Séculos depois do início da universalização do ensino e décadas após a introdução da formação profissional, a educação enfrenta uma terceira revolução. O motor é a tecnologia. Nem todos, porém, reagem bem ao terremoto, avalia Ronaldo Mota, professor emérito da Universidade Federal de Santa Maria, ex-secretário de desenvolvimento tecnológico e inovação no Ministério da Ciência e ex-secretário de ensino superior do Ministério da Educação.

Educação Infantil em Reggio Emilia: “As Cem Linguagens da Criança”

A Pé Na Estrada esteve em maio participando do VIII Grupo de Estudos promovido pelaRedSolare Brasil realizado na Itália, região da Emilia Romagna, na Fondazione Reggio Children-Centro Loris Malaguzzi  para conhecer e refletir sobre a Proposta Educacional da cidade de Reggio Emilia .

Reggio Emilia é uma cidade que tem por volta de 173 mil habitantes, crianças de 0 – 6 anos representam 6% desta população, desta porcentagem 65,8% frequentam as escolas publicas num total de 6630 alunos. São chamadas Creches Escolas que abrigam crianças de 0 a 3 anos e Escola da Infância, crianças de 4 a 6 anos. Para acolher todos, a cidade possui 12 Creches e 21 Escolas da Infância, que responde bem a demanda. Internamente as diferentes faixas etárias são divididas por seção.

Na Itália não é obrigatório frequentar as escolas nesta faixa etária, portanto não é obrigação do Estado, mas a gestão destas escolas é realizada indiretamente pelo Município com a participação de cooperativas educativas sociais. O Regimento de Reggio esta baseado em três pilares: a educação é um direito, a educação é de responsabilidade da comunidade, da sociedade civil e dos governos e, a educação é um bem comum.

No contexto de bem comum, bem para toda a vida, direito universal e inaliável é que em 29 de setembro de 2011 foi aberta a Fondazione Reggio Children-Centro Loris Malaguzzi, que hoje está em 34 países do mundo promovendo e divulgando a proposta educativa de Reggio.

Esta experiência educativa se inicia após a segunda guerra mundial, como uma reinvindicação das mulheres da cidade que não queriam apenas um lugar para deixar suas crianças/filhos, mas sim o melhor, o melhor da pedagogia da época, uma escola de qualidade. Em 1945 vendem os materiais bélicos que se encontravam abandonados pelo município e destinam o dinheiro arrecadado a construção da primeira escola da comunidade: Scuola Comunale del Infanzia – XXV Aprile, o princípio foi: queremos uma escola de qualidade e ética, a esta iniciativa se reúne o jovem pedagogo Loris Malaguzi.

Loris Malaguzi dialoga com a pedagogia de vanguarda da época: Piaget, Vigotsyk, Frenet, autores que não haviam ainda sido traduzidos na Itália. Assim, a construção pedagógica das escolas se concretiza dentro de uma perspectiva sócio- construtivista onde o conhecimento se constrói através da ação do sujeito, se constrói no contexto, junto com a inovação social e com a cultura do grupo, crianças aprendem pelas experiências e nas experiências da ação e do fazer.

É uma pedagogia da relação e da escuta, que parte do pressuposto que a criança conhece o mundo como um pesquisador, curioso, atento e que neste processo é produtor de teorias interpretativas.

Uma criança que é competente para construir a si mesma enquanto
constrói o mundo e é, por sua vez, construída por ele. Competente
para elaborar teorias que interpretam a realidade e para formular
hipótese e metáforas como possibilidades de entendimento da realidade.
(RINALDI, 2012, p.223).

Teorias interpretativas que se expressam, como introduz Loris Malaguzi, em Cem Linguagens, ele diz: “a criança possui cem linguagens que necessitam de uma escuta atenta, cuidadosa e respeitosa por parte do adulto/professor”.

Se nós acreditamos que as crianças têm teorias, interpretações e
questões próprias 
e que são coprotagonistas dos processos de construção
do conhecimento, então os verbos mais importantes 
na prática educativa
não são mais “falar”, “explicar” ou “transmitir”
, é apenas “escutar”.
Escutar significa estar aberto aos outros e 
ao que eles tem a dizer,
ouvindo as cem (e mais) linguagens com 
todos os nossos sentidos.
Escutar é um verbo ativo, pois significa 
não só gravar uma mensagem,
mas também interpretá-la, e essa 
mensagem adquire sentido no
momento em que o ouvinte a recebe e 
avalia .
(RINALDI,2012,p.228).

Como pratica educativa o adulto/professor no seu trabalho diário percorre junto a criança o caminho da observação, da documentação (registro das observações, é uma forma de memória), da formulação de hipóteses, da interpretação, da pesquisa e da escuta, não necessariamente nesta ordem, mas num ir e vir cuidadoso e atento. O adulto /professor também é o responsável por criar os contextos mais apropriados para que as crianças se sintam confiantes, confortáveis, estimuladas e respeitadas no seu processo cognitivo de descoberta do mundo.

O projeto pedagógico desenvolvido em Reggio Emilia mostra que o ensino e a aprendizagem são processos que se complementam na criança e no adulto. O adulto/professor participa do trabalho das crianças, mas não se coloca de forma frontal e sim como construtor do percurso construído, numa direção compartilhada e solidária com as crianças.

Ainda, no contexto educativo das escolas de Reggio os pais, como responsáveis pelas crianças e também como representantes da comunidade, fazem parte nos processos educativos, são fundamentais, estão na essência da experiência, pois não existe criança sem pais. Assim, o diálogo e a escuta com os pais tem que se tornar parte destes processos. Segundo Carla Rinaldi, quando nasce uma criança, nasce um pai e uma mãe, nasce um mundo, uma longa história que espera ser projetada no futuro.

Em 2009, esta experiência com as Creches e Escola da Infância começou a se ampliar para a Escola Primária, como projeto piloto em uma escola, e atualmente a experiência atinge as crianças até 9 anos.

Para a Pé Na Estrada foi uma oportunidade de conhecer uma prática sócio construtivista, com reconhecidos resultados, na perspectiva das instituições formais pois, acreditamos que no trabalho que realizamos: estudo de meio, criação de espaços de aprendizagem, ateliês criativos, entre outros, trabalhamos com esta mesma criança que aprende da mesma forma.

Referencias Bibliográficas
Projeto Pão de Açucar Kids – Loja Verde – 2008.

Atendimentos a Escolas do Interior: “Descobrindo São Paulo”

A cidade de São Paulo oferece uma intensa vida artística e cultural. Uma metrópole tipicamente urbana e coberta com uma vasta área verde. Ao mesmo tempo em que é o mais importante centro econômico do Brasil, é a capital da cultura na América Latina, com uma oferta de lazer, conhecimento e entretenimento sem igual.

Para tornar mais fácil a tarefa de conhecer todas as facetas de São Paulo, a PÉ NA ESTRADA desenvolveu alguns roteiros de estudo do meio que trazem criativas opções de atividades, transformando a cidade num Espaço de Aprendizagem, levando os alunos a descobrir, registrar e reconhecer marcos arquitetônicos e vastos equipamentos culturais importantes dessa metrópole desconhecida, desvalorizada, por vezes ameaçadora e que ao mesmo tempo guarda beleza, poesia.

Os temas são: A História de São Paulo, Cultura Afro, as Artes, a Independência do Brasil, o Café e a Imigração, o Futebol, e a Língua Portuguesa.

Entre em contato conosco e peça um orçamento da visita escolar à nossa cidade.Entre em contato conosco e peça um orçamento da visita escolar à nossa cidade.

 

A Escola vai ao Extra

Entre 2003 e 2009, a PÉ NA ESTRADA desenvolveu e implantou o projeto “A Escola vai ao Extra”, para o Grupo Pão de Açúcar.

Um projeto educativo e cultural, que aborda o tema Consumo Consciente, na rede Extra de Hipermercados, dirigido aos alunos do ensino fundamental (1º a 8º séries) de escolas públicas e particulares e instituições assistenciais.

Este projeto foi desenvolvido através de um roteiro de visitas às lojas Extra, transformando os espaços internos e de vendas em “espaços de aprendizagem”. Uma equipe de monitores / educadores recebiam as escolas nas lojas e realizavam um roteiro de visita onde eram abordados os temas: os setores da economia, a loja de hipermercado, fluxo de mercadorias na loja, cuidados na preparação e manipulação dos alimentos, conhecimento do produto, processo de fabricação, origem, matéria-prima, prazo de validade, conservação, a questão do lixo e a importância da reciclagem e aspectos do Código de Defesa do Consumidor.

Esse projeto foi realizado nas seguintes cidades: Belo Horizonte, Fortaleza, Curitiba, Goiânia, Rio de janeiro, São Paulo e Sorocaba.

Cidadão Kids em Ação

Em março de 2003, a PÉ NA ESTRADA desenvolveu, implantou o projeto Cidadão Kids em Ação para o grupo Grupo Pão de Açúcar. O projeto se insere no contexto de atividades educativas extraclasse, denominada como “Estudo de Meio” e tem como base a abordagem dos conteúdos, dentro de um supermercado de verdade: Cidadania, Educação para o consumo, Educação ambiental, Comércio varejista, além dos conteúdos formais.

O objetivo do projeto é realizar um trabalho de Educação para o Consumo Consciente, contribuindo para a formação de um cidadão mais participativo e responsável na sociedade para alunos do ensino fundamental.

A PÉ NA ESTRADA realiza esse projeto nas seguintes unidades:

Espaço Borba Gato: Av. Santo Amaro, 5.460

Espaço Ricardo Jafet: Av. Ricardo Jafet, altura do número 1.290

Loja Real Parque (Marginal Pinheiros, 13.000)

Olimpíada de Língua Portuguesa

A Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro realizada pelo Ministério da Educação, em parceria com a Fundação Itaú Social e o Cenpec, desenvolveu ações de formação de professores e premiou textos de poesia, memória, crônica e artigo de opinião elaborados por alunos das escolas públicas de todo o País.

A Pé na Estrada Projetos em Educação esteve presente em todas edições do prêmio, desde 2002, atuando na recepção de alunos e professores, visitas monitoradas a atrações culturais nas cidades sede dos encontros, promovendo a integração e a troca de experiências entre os participantes. Em 2012 participamos também da divulgação e organização do prêmio, criando e operando uma central de atendimento aos professores e escolas de todo o Brasil.

A Pé Na Estrada é responsável pelo apoio a dúvidas que possam ocorrer durante todas as etapas da olimpíada e por toda logística de transporte aos polos de premiação além de, nos eventos de oficinas e premiação, ser responsável pelas visitas culturais, apoio as oficinas e apoio logístico.

Clique no link para saber mais: https://www.escrevendoofuturo.org.br/index.php

Um olhar para a Agrofloresta

ESPAÇO DE APRENDIZAGEM: Sitio Florada da Serra
Alunos do ensino fundamental e ensino médio

OBJETIVOS
Identificar a geografia da área urbana e rural da cidade de São Paulo e o processo de ocupação pelo homem.
Localizar geograficamente o sitio no Estado de São Paulo e no país.
Situar historicamente os modos de cultivo agrícola.
Vivenciar e conhecer a agricultura familiar agroflorestal e a apicultura.
Conhecer algumas alternativas de utilização dos recursos naturais.
Caracterizar o ecossistema de floresta, a partir de seus aspectos físicos e biológicos.
Compreender as relações entre o conceito de agricultura e de ecossistemas na sua importância para a manutenção dos ambientes.
Refletir sobre a cadeia produtiva do agricultor.
Discutir o conceito de Consumo Sustentável.
Conhecer e refletir sobre o modo de vida rural.

REDE DE CONCEITOS
Seres vivos e não vivos ,Meio físico e biológico, Ecossistema, Interdependência , Cadeias alimentares , Floresta , Mata Atlântica. Formação do relevo, Ocupação do espaço, Espaço geográfico, Agricultura, Apicultura, Agrofloresta, Cadeias Produtivas, Certificação, Produção, Qualidade, Consumo, Sustentabilidade.

Todos os nossos estudos do meio são acompanhados por educadores e coordenadores, formados em diversas áreas, como história, geografia, sociologia, biologia, pedagogia entre outros, especialmente capacitados para atuar com educação não formal.

Se esta cidade fosse minha…12 sugestões para ver a cidade como espaço de aprendizado para crianças

Transitar em uma cidade a pé, de carro ou de transporte público faz toda diferença, principalmente para crianças. Uma pesquisa desenvolvida pela universidade de Aarhus, na Dinamarca, mostrou que crianças que caminham para a escola se concentram mais e tem um desempenho diferenciado na escola.

O pesquisador Niels Egelun acompanhou 20 mil crianças e adolecentes entre as idades de 5 e 19 anos para identificar a tendência.

Estima-se que olhar a cidade perto e fazer execício (como pedalar) faz a difernça. Com isto em mente, o site Arch Daily pubicou um trabalho da arquiteta Chris Bruntlett montou 12 ideias para deixar as ruas mais atrativas e seguras para crianças. Veja algumas delas aqui:

1 – A rua como um pátio

2 – Espaços para andar de bicicleta

3 – Parklets para todos

4 – Travessias de pedestres mais divertidas

5 – Instrumentos musicais nas ruas

6 – Limitar o espaço dos automóveis

7 – Recuperação das passagens

8 – Valorizar a arte de rua

9 – Repensar os estacionamentos na superfície

10 – Almoço nas ruas

11 – Acesso à água

12 – Detalhes que rompem a rotina

A Pé Na Estrada usa o centro de São Paulo como um espaço de aprendizagem para realização de projetos educacionais.

Leoncio Nascimento

Conheci a Pé na Estrada através da minha irmã que já era monitora por lá, na ocasião estava entrando num momento que viria a ser de grande transformação na minha vida e o Pé acabou sendo parte disso!!

Já descrente com os modelos formais de educação, lá tive a oportunidade de conhecer um outro âmbito do que vem a ser ensinar pois, eu mesmo fui inserido num novo contexto de aprendizado, e isso é uma das coisas muito legais no Pé, a gente quase nunca está ensinando, geralmente a gente está aprendendo e reafirmando esse aprendizado a gente replica!!

No processo de preparação dos estudos do meio aprendi a ouvir outras opiniões e a estar em par com elas, mudar de opinião, concriar e, nos estudos, a observar o ambiente de forma mais “apurada”, percebendo suas entrelinhas e localizá-lo historicamente. Assim fica fácil se integrar com qualquer espaço pois, tendo ele uma origem ele passa a ter sentido!!!

Hoje, além de toda a experiência adquirida na educação, conduzo um negócio que seu surgimento foi estimulado pelo Pé, na transformação que citei no início e que ainda se encontra em processo, o Pé continua sendo parte ativa dessa história!!

É sempre uma alegria estar em contato com toda a equipe, mais que parceiros, encontrei ali grandes amigos!!

Leoncio trabalha na Pé na estrada desde 2011

Rafu – Rafael Tavares

“No inicio de 2003, após longos anos de trabalho com profissionais de oceanografia na cidade de Ubatuba, resolvi retomar os estudos de biologia na capital paulista. Logo nos primeiros meses me deparei com as dificuldades de uma cidade grande, o trânsito caótico, a falta de emprego, o dinheiro e tempo curtos. Passado quase um ano estava eu numa entrevista de emprego para trabalhar na área da educação, infelizmente cheguei atrasado com um guia da cidade embaixo do braço, pois ainda descobria os itinerários e ruas da metrópole. Pensei: “queimei meu filme”. Muitas pessoas estavam na entrevista e dinâmicas em grupos, foi quando me questionaram se era estudante ou já estava formado. Fui dispensado sutilmente com o convite de um novo contato, mas somente se estivesse em curso na graduação.

Durante cinco meses estudei para o vestibular, prestei, passei e me matriculei. Sai de lá matriculado, atravessei a rua e fui logo a um orelhão ligar para a supervisora da Pé na Estrada e notificar que era estudante e se ainda havia a possibilidade de ser estagiário no Pão de Açúcar Kids.

Fui contratado e durante quatro anos estive com pessoas de grande desenvolvimento intelectual e principalmente moral e ético. Foi a “família Pé na Estrada” que possibilitou dar asas para o meu crescimento profissional. Minha gratidão é tão eterna quanto os conhecimentos que adquiri.”

Rafael Tavares trabalha com a Pé na estrada desde 2004.

Earht Day – Edenred

EVENTO “EARHT DAY”.

Desde 2011 a Pé na Estrada desenvolve e realiza anualmente um Evento de Educação Ambiental, com o objetivo de informar, refletir e discutir as grandes questões relacionadas à Sustentabilidade do Planeta.

O público atendido são funcionários e familiares da EDENRED (Ticket) que participam de ações como o plantio de mudas e oficinas ecológicas

Espaço Kids – Fundação Volkswagen

Pela terceira vez (2008, 2010 e 2012), desenvolvemos junto a Fundação Volkswagen, um espaço de aprendizagem lúdico educativo, junto ao stand da empresa no Salão do Automóvel de São Paulo.

A cada ano nosso desafio foi criar uma atividade dentro de um tema proposto pela Fundação.

Assim em 2008 abordamos o estimulo a leitura e a criação literária através de uma atividade onde os livros eram o ponto de partida para a construção de histórias e de uma oficina de criação de histórias; em 2010 as ações sociais da fundação que envolvessem a arte de costurar, através  de oficinas de customização de camisetas, capa, máscara e pulseira; e em 2012 as iniciativas sustentáveis da empresa, como a utilização de materiais reciclados na produção de carros

Mundo Lance RJ

Como 2010 foi ano de Copa do Mundo, vários eventos ocorreram no Brasil com a temática do continente africano.

No Rio de Janeiro, uma iniciativa da Revista Mundo Lance, criou uma exposição no Forte de Capacabana contando um pouco da trajetória da África do Sul, sua história e luta pelo fim do Apartheid (regime de segregação racial).

A Pé Na Estrada foi responsável pelo atendimentodao público, inclusive criando uma Central de Atendimento para agendamento das visitas escolares, realizando a monitoria educativa no espaço.

Projeto Nascer – Laboratórios Aché

Dirigido a filhos de funcionários do Laboratório Aché, com o objetivo de envolver e conscientizar este público, sobre a importância do projeto de reflorestamento realizado pela empresa na área do Parque Ecológico do Tietê.

Foram desenvolvidas atividades lúdico educativas, como oficinas de arte, “contação” de história, música com instrumentos de sucata e origami.

O trabalho culminou com uma orientação ecológica realizada por biólogos, e na adoção de uma espécie da Mata Atlântica pelas crianças.

Curtindo as Férias na Odebrecht

“CURTINDO AS FÉRIAS NA ODEBRECHT”

Projeto desenvolvido a partir de um roteiro de visitas ao canteiro de obras da Odebrecht/ Embraport em Santos-SP, teve como público crianças e adolescentes, filhos de funcionários da obra.

O projeto buscou valorizar o profissional, apresentando a dimensão e importância do empreendimento, e o papel de cada um deles para sua concretização.

Como trata-se de um porto na baía de Santos, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer também, as características do ecossistema litorâneo e os cuidados do empreendimento para reduzir o impacto neste ambiente.

Pão de Açúcar Kids Itinerante

Depois do sucesso do Pão de Açúcar Kids, iniciado em 1998, destinado à educação para o Consumo Consciente, em Janeiro de 2005, a cidade de Santos/SP e em Julho de 2005 o Parque Villa Lobos em São Paulo, receberam a visita do Pão de Açúcar Kids Itinerante.

Trata-se de uma versão móvel do projeto: uma tenda inflável onde os educadores da Pé na Estrada, contribuíram para uma formação cidadã e consciente de nossas crianças e adolescentes, que encontraram muitas brincadeiras e maneiras divertidas de aprender sobre seus direitos e deveres e a preservarem o meio em que vivem: mais um exemplo de responsabilidade social!

São Luiz do Paraitinga – SP

Cultura e história numa cidade às margens do Rio Paraíba.

 

ESPAÇO DE APRENDIZAGEM

A história de São Luiz do Paraitinga, sua arquitetura, meio ambiente e cultura popular.

 

OBJETIVOS

. Conhecer a história de São Luiz do Paraitinga.
. Compreender as razões históricas da ocupação da região e seu desenvolvimento.
. Identificar aspectos da geografia e da biologia da região e as consequências do processo de ocupação pelo homem.
. Conhecer a importância de seu acervo histórico arquitetônico, o processo de recuperação após a enchente de 2010 e sua importância para a preservação da memória do país.
. Conhecer e vivenciar manifestações culturais típicas da cidade.
. Estimular o trabalho em equipe, a capacidade de organização, observação, reflexão e síntese.

 

REDE DE CONHECIMENTO

História do Brasil; Meio Ambiente; Patrimônio Cultural; Folclore e arte popular.

Todos os nossos estudos do meio são acompanhados por educadores e coordenadores, formados em diversas áreas, como história, geografia, sociologia, biologia, pedagogia entre outros, especialmente capacitados para atuar com educação não formal.

Parque Nacional de Itatiaia (RJ)

O Parque Nacional mais antigo do Brasil, com alguns dos pontos de maior altitude do país.

 

ESPAÇO DE APRENDIZAGEM

Parque Nacional de Itatiaia.

 

OBJETIVOS

. Conhecer e caracterizar os fatores físicos e biológicos de um ambiente de altitude.

. Refletir sobre o conceito de Parque Nacional a partir do contexto preservação e desenvolvimento.

. Exercitar habilidades de orientação espacial, leitura de mapa topográfico e utilização de bússola.

. Desenvolver habilidades de pesquisa, observação, organização e síntese.

. Estimular o trabalho em equipe, a cooperação e a iniciativa.

 

REDE DE CONHECIMENTO

Vegetação de altitude; Localização geográfica; Relevo; Altitude; Composição do solo; Luminosidade; Umidade relativa do ar; Temperatura; Conceito de Parque Nacional.

Todos os nossos estudos do meio são acompanhados por educadores e coordenadores, formados em diversas áreas, como história, geografia, sociologia, biologia, pedagogia entre outros, especialmente capacitados para atuar com educação não formal.

Paraty: A Natureza e a História

Paraty possui cerca de 50 praias e dezenas de ilhas recobertas por uma densa floresta tropical de Mata Atlântica. Há várias possibilidades para um estudo do meio em Paraty; cidade de suma importância econômica na época do Brasil – colônia.

 

ESPAÇO DE APRENDIZAGEM

A histórica Paraty – RJ, e Núcleo Picinguaba em Ubatuba- SP.

Este projeto pode ser realizado em 3 dias.

 

OBJETIVOS

. Proporcionar o estudo “in loco” dos elementos básicos dos ecossistemas litorâneos.

. Identificar os pontos de interação entre os diferentes ecossistemas e sua importância para manutenção do ambiente marinho.

. Reconhecer os elementos da natureza como integrantes de um sistema que se inter-relaciona na manutenção do equilíbrio da biosfera.

. Conhecer a história de Paraty e sua inserção na história do Brasil Colonial.

. Reconhecer marcos arquitetônicos importantes de sua história.

 

REDE DE CONHECIMENTO

História do Brasil colônia, ciclo do ouro, arquitetura colonial, ecossistemas litorâneos.

Todos os nossos estudos do meio são acompanhados por educadores e coordenadores, formados em diversas áreas, como história, geografia, sociologia, biologia, pedagogia entre outros, especialmente capacitados para atuar com educação não formal.

A Arte nas cidades das Minas Gerais

Belo Horizonte e Inhotim -MG

Um roteiro por um dos mais importantes acervos de Artes Plásticas do Brasil.

 

ESPAÇO DE APRENDIZAGEM

Pampulha e Capela de São Francisco; obra de Niemayer e Portinari; Inhotim: o máximo da Arte Contemporânea no Brasil.

 

OBJETIVOS

. Identificar aspectos da geografia e da biologia da região e o processo de ocupação pelo homem.

. Reconhecer a importância dos museus na recuperação e preservação da memória do país.

. Estimular o trabalho em equipe, a capacidade de organização, observação, reflexão e síntese.

 

REDE DE CONHECIMENTO

História do Brasil; Belo Horizonte: história e arte; Brumadinho/Inhotim: Arte contemporânea.

Oficina: Jogo Cidades Sustentáveis

No estabelecimento escolar: mesa com 7 cadeiras e computador para apresentação de um vídeo.

No Jogo: cidades abandonadas no mundo; Brasil; Itália e Japão.

 

OBJETIVO GERAL

Vivenciar através de um jogo lúdico os conceitos de Desenvolvimento Sustentável, Ecosocioeficiência e Ciclo de Vida.

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

. Exercitar o pensamento sistêmico levando em consideração os fatores ambientais, sociais e econômicos.

. Identificar conceitos presentes na ideia de sustentabilidade e de desenvolvimento sustentável.

. Conhecer os conceitos inerentes da ferramenta SEEbalance.

. Estimular atitudes reflexivas diante dos diversos dilemas do cotidiano.

. Experimentar o exercício da dialogicidade (dialogo reflexivo).

. Exercitar escolhas e suas consequências de modo a gerar reflexões e mudanças de atitudes.

. Exercitar a criatividade, o convívio com regras, o risco, a habilidade na negociação e a capacidade de visualização do futuro.

. Desenvolver e estimular o pensamento das práticas sustentáveis no dia a dia.

. Proporcionar a socialização de experiências e do trabalho em equipe.

. Reconhecer a importância do registro como instrumento para o planejamento.

 

DESENVOVIMENTO DO JOGO

O desafio do jogo é montar um cenário para recuperar cidades no mundo. Temos 03 variações de cidades: São João Marcos/Brasil, Balestrino/Itália e Hashima/Japão.

Os jogadores devem pensar em ações necessárias para as cidades e garantir o desenvolvimento sustentável por um período entre 20 e 40 anos.

Após esse período as cidades devem seguir seu caminho com recursos próprios.

 

REDE DE CONHECIMENTO

Desenvolvimento Sustentável. Sustentabilidade, Ecologia, Ecossistemas, Ciclo de Vida.

Fatores Sociais, Fatores Ambientais e Fatores Econômicos.

Matemática.

Geografia.

Registro e Planejamento.

 

Cartas e Conversas – Porto Seguro

É um Projeto de ensino regular não formal que pretende, através da troca de cartas semanais com voluntários da Empresa Porto Seguro, contribuir para o letramento de crianças de 06 a 13 anos.

O trabalho acontece em Instituições Sociais do entorno da Empresa, que recebem crianças e adolescentes no contra turno escolar.

Durante o processo de correspondência com os voluntários são levantadas as principais dificuldades que as crianças/adolescentes apresentam e aplicadas atividades que permitam um avanço na compreensão da língua escrita, além de dar sentido à expressão de cada indivíduo, amplia a visão de mundo e permite a criação de novos repertórios.

Já beneficiou 480 acrianças e adolescentes de Instituições Sociais no bairro Campos Elíseos.

Novo site do Pé na Estrada

O Pé na Estrada está em uma nova fase, nova equipe e novo site!

Uhu!

Parque Legado das Águas

Visita a hidrelétrica e reservatórios.  São trilhas, viveiros de plantas, mata e Rio Juquiá a 130 km de São Paulo. Maior reserva privada de Mata Atlântica do país.  Proporciona aos alunos muita experiência, dentro de seus 31 mil hectares de floresta conservada. Observação de diferentes espécies da fauna e flora.

 

ECOSSISTEMAS DE APRENDIZAGEM

Parque Legado das Águas / Reserva Votorantim. Mata Atlântica. Miracatu/SP

 

OBJETIVOS

. Caracterizar o ecossistema da Mata Atlântica, a partir de seus aspectos físicos e biológicos.

. Identificar espécies da fauna e flora e compreender seu papel neste ambiente.

. Refletir sobre pontos geográficos, biológicos e históricos da região.

. Visitar e conhecer uma hidrelétrica e reservatórios.

. Conhecer o projeto de reflorestamento e manutenção da flora e fauna da Reserva.

. Compreender a historia da Reserva e seu estado de preservação atual.

. Estimular o trabalho em equipe, a cooperação e a iniciativa nas trilhas.

 

REDE DE CONHECIMENTO

Ecossistema de Mata Atlântica: fatores bióticos e abióticos, ar, água, solo, luminosidade, diversidade, cadeias alimentares, relações interespecíficas.

História: da reserva e do parque.

Geografia: Relevo, Rios e reservatório.

Serra da Capivara / Petrolina-PE

Parque Nacional localizado no semiárido nordestino, na região sudeste do Piauí. Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco.  Um complexo de sítios arqueológicos com serras, vales e boqueirões. Diversidade de fauna e flora da caatinga.  Grande quantidade de pinturas e gravuras rupestres, equipadas com passarelas para receber os visitantes. A região abriga o Museu da Natureza e o Museu Americano.

 

ECOSSISTEMAS DE APRENDIZAGEM

Cidade de Petrolina, Região de São Raimundo Nonato e o Parque Nacional da Serra da Capivara.

Ecossistema de Caatinga, Serra, Planalto, Planície e Lajeados.

Fundação Museu Homem Americano.

Museu da Natureza.

Sítios Arqueológicos.

 

REDE DE CONHECIMENTO

Caatinga: localização geográfica, origem geológica, solo, fatores bióticos e abióticos, flora e fauna, cadeias alimentares e relações interespecíficas e diversidade.

História: ocupação do homem na região, ação, convívio social, participação da população na formação do Parque Nacional.

Cavernas do PETAR: Conhecendo a Geologia

Roteiro de 3 a 4 dias a uma das regiões com a maior concentração de cavernas do mundo. Visita ao PETAR – Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira, com mais de 200 cavernas e uma vegetação exuberante de Mata Atlântica.

 

ESPAÇO DE APRENDIZAGEM

Vale do Rio Ribeira; as cavernas e floretas do PETAR; comunidade Quilombola.

 

OBJETIVOS

. Conhecer o ecossistema de cavernas.

. Conhecer a origem geológica e localização geográfica das cavernas.

. Identificar as principais formações espeleológicas.

. Caracterizar o ecossistema de Mata Atlântica.

. Conhecer um Quilombo.

. Desenvolver habilidades de pesquisa, observação, organização e síntese.

. Estimular o trabalho em equipe, a cooperação e a iniciativa.

 

REDE DE CONHECIMENTO

Cavernas: origem geológica, fatores bióticos e abióticos, cadeias alimentares, localização geográfica, formações espeleológicas; Mata Atlântica: fatores bióticos e abióticos, solo, luminosidade, diversidade, teias/cadeias alimentares, relações interespecíficas; História: comunidades quilombolas.

Dani, Daniela Martins

Em Dezembro de 2007 foi a primeira vez que entrei no escritório do Pé na Estrada, sou Pedagoga formada desde 2006 embora a vaga na qual eu me candidatei não era exatamente para minha formação e sim para ser secretária e fazer a logística dos Estudos do Meio, me enganei em achar que seria apenas a “secretária”.

Ganhei mais do que um emprego ganhei a oportunidade de adquirir muito conhecimento de vivenciar experiências únicas, participei de muitas formações, de oficinas, trabalhei com o Programa Aprendendo com o Lataço, Corrida Kids, Osesp, participei da construção do Jogo Uso consciente do dinheiro e aplicação do mesmo, não poderia deixar de falar do Cenpec a melhor experiência já vivida por mim em todos esses anos na área da educação, entre outros.

Durante quase 6 anos aprendi muito sobre educação, parceria, troca de informação, respeito e amor ao que se faz. Em Maio de 2013 surgiu uma grande oportunidade para a minha vida comprei uma Escola de Educação Infantil, e para iniciar essa nova etapa sai do escritório do Pé na Estrada, mas faço parte dessa equipe, pois ainda temos muita estrada pela frente e muito o que ensinar e aprender nesse caminho de infinita aprendizagem que é a Educação. Fica aqui o meu beijo no CORAÇÃO de todos. Tenho orgulho de fazer parte desta família maravilha que é a Pé na Estrada Projetos em Educação. Estarei sempre torcendo pelo sucesso de todos vocês. Aproveitando essa oportunidade deixo aqui o convite a todos vocês para conhecer a minha escola.

Daniela trabalha na Pé na estrada desde 2007.

Lelê, Leandra Nascimento

“Bem, durante a minha graduação tive que fazer estágio em licenciatura e  acabei dando aulas de recuperação em um colégio por seis  meses. Foi uma época muito difícil, porque eu não gostava de estar dentro de uma sala de aula com lousa, giz, e alunos desmotivados e desinteressados.

Nessa época ficou claro para mim que eu não seria professora, o que me deixou um tanto desapontada, pois eu queria muito poder ensinar. Quando conheci a Pé Na Estrada foi incrível, pois eu podia fazer o que gostava e ver nos rostinhos das crianças o interesse, a alegria e a satisfação.

A sala fechada deu lugar à natureza; a lousa deu lugar à  paisagem e a professora frustrada deu lugar  a  uma monitora feliz, divertida e extremamente motivada.

Acredito que não serei mais professora, mas pretendo ser para sempre monitora, pois eu me encontro e me realizo nessa profissão.”

Leandra trabalha na Pé na estrada desde 2010.

Jansen de Araujo

Eu gostaria de compartilhar um dos momentos mais bacanas que tive a oportunidade de presenciar. “Se bem me lembro, este episódio ocorreu em novembro de 2002, na primeira Olimpíada do CENPEC, em Salvador-Bahia”. Nossa equipe estava realizando o primeiro trabalho do CENPEC com crianças e jovens, que foi promovido na região nordeste. Após muitas surpresas de última hora, improviso na hora do jantar, show de mágicas, e com um grande número de pessoas para coordenar tudo ocorreu como planejado. No último dia, dentro do cronograma, nós combinamos de levar as crianças para conhecer a praia, e ficamos olhando da areia. Neste dia, presenciei uma cena que jamais saiu da minha mente. Uma das crianças comentou com o outro monitor (Wellington, excelente educador com o qual tive o prazer de trabalhar junto), e olhando para aquela imensidão de água, fez um pequeno comentário: “Sabe professor, eu achava que o mar ficava no céu!” Ficamos surpresos e logo veio a questão: Como assim? O mar não fica no céu. E ela então respondeu com os olhos brilhando: “É que minha professora uma vez me disse que a água da chuva vinha da água do mar, então eu achava que o mar ficava lá em cima”.

Naquele momento, me dei conta do quanto nós no papel de educadores, temos uma enorme responsabilidade em passar uma informação adiante. Ao mesmo tempo, fui tomado por um sentimento tão quão ignorante eu era, de como o ponto de vista de cada um é importante, e o mais intrigante, é que aquela simples frase mudaria minha conduta para sempre. Tenho muito orgulho de fazer parte deste grupo, de ter participado deste evento com uma equipe de profissionais tão especiais. Considero a Família Pé na Estrada responsável por muitos amigos que tenho até os dias de hoje.

 

Jogos Cidades Sustentáveis – Fundação Espaço Eco (FEE) – Basf

Criação de jogo de tabuleiro com o objetivo de apresentar e discutir conceitos relacionados à  socioecoeficiência e sustentabilidade. Neste jogo os participantes são levados a enfrentar escolhas que possibilitem a discussão, reflexão e tomada de decisão,um projeto para recuperação sustentável de uma cidade abandonada. O jogo possibilita a ampliação da visão de mundo e da consciência quanto ao seu papel de cidadão.

Jogo lançado em dezembro de 2012.

Reportagem e vídeo sobre o lançamento do Jogo Cidades Sustentáveis:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Veja o video:

http://oglobo.globo.com/videos/v/o-jogo-da-sustentabilidade/2426797/

História de São Paulo

Centro Histórico

Nossa proposta é levar os alunos a descobrir e registrar os mistérios dessa metrópole desconhecida. Partindo do tradicional triângulo histórico no centro da cidade, reconstruímos sua trajetória até os dias de hoje: sua origem e desenvolvimento, os marcos arquitetônicos e os caminhos para seu

 

PROJETO “DESCOBRINDO SÃO PAULO”

 

ESPAÇO DE APRENDIZAGEM

Centro Histórico de São Paulo.

Este projeto pode ser realizado em uma saída de meio período ou período integral.

 

OBJETIVOS

. Conhecer a história da fundação da cidade de São Paulo;

. Reconhecer marcos arquitetônicos importantes da história da cidade;

. Observar o desenvolvimento e expansão geográfica da cidade ao longo de sua história;

. Desenvolver habilidades de localização espacial através de mapas.

 

REDE DE CONHECIMENTO

História de São Paulo: Colonização do país; papel dos Jesuítas e das comunidades indígenas; primeiras construções da Vila de Piratininga; Organização Política e Econômica, vida social. Geografia da cidade de São Paulo: Origem da cidade e sua expansão ao longo da história; comércio de alimentos.

Todos os nossos estudos do meio são acompanhados por educadores e coordenadores, formados em diversas áreas, como história, geografia, sociologia, biologia, pedagogia entre outros, especialmente capacitados para atuar com educação não formal.

 

 

Martinha, Marta Gurgel

“Poucas coisas são tão gratificantes na vida como rever amigos de outros tempos. Na verdade, percebemos que continuamos amigos, pois, ao reencontrá-los, é imediata a certeza de que eles nunca deixaram de estar presentes em nossa vida, independentemente do tempo que estejam afastados ou distantes.

Eis que participando de um trabalho com a equipe Pé na Estrada reencontro o “velho” Jansen, companheiro de outras jornadas. Esse reencontro logo trouxe de volta lembranças incríveis da minha adolescência, do tempo de colégio. Éramos “peças raras” dentro de um grupo.

Rimos ao lembrar dos personagens do passado. “Viu fulano? Sim, está magro, alto e sem aparelho”. “E sicrano, que era lindo na escola? Está gordo, careca e estressado”.

Naquelas poucas horas atualizamos uns bons anos da história, com uma capacidade absurda de edição de texto e objetividade. Marido, esposa, filhos, gravidez, viagens, desilusões, ganhos, profissões… Tudo foi sendo juntado numa avalanche de informação, sem ver o peso.

Mesmo porque, aquela pessoa que me conhece há tanto tempo não precisa de muitas explicações. Sabe quem eu sou e basta. Me conheceu menina e vai carregar aquela imagem com ele por toda vida. Assim como eu vou levar a imagem dele de 20 anos atrás…

Quem não gosta de reencontros com amigos de outras épocas não sabe o poder rejuvenescedor que eles têm.”

Programa Por Dentro da Folha – Jornal Folha de SP

O programa Por Dentro da Folha completou, no ano de 2017, treze anos de existência.

Foi elaborado pela Pé Na Estrada, empresa composta por educadores das mais diversas áreas do conhecimento, e visa atender estudantes do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, de escolas públicas e privadas.

 

O roteiro educativo foi elaborado para transformar a redação da Folha de S. Paulo e o Centro Técnico Gráfico da Folha, em Espaços de Aprendizagem.

Realizam-se atividades lúdicas e são abordados conceitos com objetivos que visam ampliar o universo de conhecimento dos alunos, aproximando-os do processo de elaboração do jornal e levantando questões relativas aos meios de comunicação no mundo moderno e suas influências no cotidiano.

Dentre os principais objetivos específicos, estão a apresentação do espaço de trabalho do jornalista, a análise do texto jornalístico e suas características, a apresentação da imagem como recurso analítico da notícia e a discussão do avanço tecnológico em seu papel de veicular informação.As visitas à Redação são realizadas às terças e quintas-feiras, das 13h às 16hs.

Na Gráfica, as visitas acontecem nas últimas terças-feiras de cada mês, das 10h às 12h. Ambas visitas têm capacidade de atender até 40 alunos.As visitas são gratuitas, fica a encargo da escola o transporte até o local (redação ou gráfica) e um pequeno lanche é oferecido pela Folha de S. Paulo ao final do roteiro.

O agendamento acontece duas vezes ao ano em janeiro e julho. Vagas são oferecidas de acordo com uma lista de espera elaborada por ordem de ligação a partir das escolas que excederam ao número de agendamentos previstos.

Para agendamentos e mais informações, o contato deve ser feito pelo telefone (11) 3825-5659 ou pelo e-mail pordentrodafolha@uol.com.br

Endereço da Redação: Alameda Barão de Limeira, 425 – Centro, São Paulo, SP

Endereço do Centro Gráfico Folha: Av. Marco Penteado de Ulhoa, 700 – Tamboré, Santana de Parnaíba

Jogo do Uso Consciente do Dinheiro – Fundação Itaú

Em junho de 2009 a Pé na Estrada mais uma vez inovou com o desenvolvimento do jogo de educação financeira para jovens e adultos. Este foi um trabalho criado e desenvolvido para a Fundação Itaú Social.

Buscamos de forma lúdica estimular atitudes reflexivas diante dos diversos dilemas financeiros do cotidiano e o conhecimento de conceitos inerentes a este universo.

O jogo proporciona o exercício de escolhas e suas conseqüências de modo a gerar mudanças e atitudes, abordando o tema organização financeira e sua importância, dentro de uma perspectiva de projeto de vida.